Artilharia da extrema imprensa não quer saber da chantagem do Congresso. Ela age para inviabilizar o governo Bolsonaro

Passados 400 dias de governo, a artilharia da imprensa não dá um minuto de descanso ao Presidente da República Jair Bolsonaro. Mas não é toda a imprensa e, sim, o jornalismo mainstream, comandado pelos jornalões e emissoras concessionadas,
No desespero de não conseguir frear o processo de reforma do Estado e não conseguir também reduzir a popularidade do presidente, jornalões e jornalistas amestrados unem-se aos líderes do Congresso Nacional e ministros do Supremo Tribunal – comprometidos com o establishment, para articular um golpe branco contra a república.
O temor, agora, é a manifestação convocada em apoio a Bolsonaro, para o próximo dia 15 de março.
Essa é a análise que Antonio Fernando Pinheiro Pedro faz a João Batista Olivi no seu bate-papo pós carnaval no site Notícias Agrícolas.
Assista ao vídeo clicando aqui ou na imagem abaixo:
A serviço do establishment, o comando do parlamento nacional também não para. Como numa tabelinha, jornalistas criam factóides e distorcem os fatos, para serem interpretados conforme a conveniência por parlamentares de oposição e figuras manjadas do judiciário…
A ideia é inviabilizar financeiramente o governo, obstruir a pauta de reformas necessárias à sobrevivência da Nação, gerar crises e conflitos. Não é de hoje que jornalistas tidos como respeitados, vêm ministrando intrigas por meio de pós-verdades (manipulação dos fatos para adequá-los a uma narrativa de oposição) e omitindo totalmente a pauta positiva efetivamente e diariamente implementada pelo governo.
Querem com isso provocar o impeachment do presidente ou favorecer a instituição de um parlamentarismo judicializado. Não conseguiram, no entanto, ainda, porque o apoio popular os apavora.
Esse plano começou a ser urdido na votação do chamado “orçamento impositivo”, quando já posta a eleição de Bolsonaro, no apagar das luzes da gestão de Michel Temer. Rodrigo Maia trabalhou diuturnamente para arregimentar o novo (e sempre velho) “centrão”, alinhando o discurso com o presidente do Senado, David Alcolumbre, para avançar sobre o controle do orçamento nacional.
Nas cinzas do carnaval de 2020, Maia e Alcolumbre articularão a derrubada dos vetos de Bolsonaro à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), tornando o Presidente da República refém do legislativo e do judiciário. Nesse sentido, Maia, Alcolumbre e Tóffoli articulam forma de impedir que os privilégios escabrosos do funcionalismo público, especialmente das cúpulas nos tribunais, nas secretarias de Estados, ministérios, Legislativos Estaduais e Federal, e nas carreiras jurídicas do Executivo, sejam suprimidos ou diminuídos em prol do interesse público.
Aliás, não há interesse público em causa nessa articulação sinistra.
Já o governo federal, provido de uma cintura dura e vontade férrea de não ceder ao fisiologismo, ao mesmo tempo em que lida com uma frágil base parlamentar em seu favor, conta com a massa popular que lhe confere legitimidade para agir em prol das reformas.
Essa massa popular é a grande assombração dos inimigos da pátria, encastelados nas instituições da República, que apostam na desagregação do tecido social e na desmoralização da autoridade do Estado. Esses inimigos da pátria temem o povo, e é por isso mesmo que o povo sairá á Ruas, no dia 15 de março próximo, para apoiar o Presidente da República.
O resto… é mimimi da imprensa, que sabe que o famoso “centrão”, recua apavorado ante manifestações populares que reafirme a legitimidade do governo e trata de, pelo menos por um tempo, trabalhar em nome do interesse público – aprovando as reformas.
No day after,as coisas poderão estar mudadas, e é por isso que a imprensa se esmera em desmobilizar o ato convocado para 15 de março.
AFPP